Sobre Mim

Oi, que bom te ver por aqui.

Nunca é fácil falar sobre nós mesmos, mas vou tentar.

Sempre gostei de observar o que acontece dentro das pessoas. Os silêncios, os pensamentos que ninguém escuta, os sentimentos que ficam guardados num cantinho do peito. Escrever, pra mim, é um jeito de dar forma a tudo isso — e, quem sabe, transformar em histórias aquilo que às vezes nem sei dizer em voz alta.

Gosto de acreditar que meus livros não são só histórias, mas reflexos. Pontes. Espaços onde a gente se encontra, mesmo sem se conhecer. Tento escrever com verdade, mesmo que a verdade venha disfarçada de ficção. Minhas inspirações vêm de muitos lugares: memórias, conversas, pessoas que passaram pela minha vida — algumas ficaram, outras deixaram saudade.

Se você chegou até aqui, talvez tenha lido alguma coisa minha, ou esteja pensando em ler. De qualquer forma, já me sinto grata. Espero que o que eu escrevo te abrace de algum jeito. Mesmo de longe e mesmo em silêncio.

Com carinho,
Melissa

meli3

Sobre Mim

Oi, que bom te ver por aqui.

Nunca é fácil falar sobre nós mesmos, mas vou tentar.

Sempre gostei de observar o que acontece dentro das pessoas. Os silêncios, os pensamentos que ninguém escuta, os sentimentos que ficam guardados num cantinho do peito. Escrever, pra mim, é um jeito de dar forma a tudo isso — e, quem sabe, transformar em histórias aquilo que às vezes nem sei dizer em voz alta.

Gosto de acreditar que meus livros não são só histórias, mas reflexos. Pontes. Espaços onde a gente se encontra, mesmo sem se conhecer. Tento escrever com verdade, mesmo que a verdade venha disfarçada de ficção. Minhas inspirações vêm de muitos lugares: memórias, conversas, pessoas que passaram pela minha vida — algumas ficaram, outras deixaram saudade.

Se você chegou até aqui, talvez tenha lido alguma coisa minha, ou esteja pensando em ler. De qualquer forma, já me sinto grata. Espero que o que eu escrevo te abrace de algum jeito. Mesmo de longe e mesmo em silêncio.

Com carinho,
Melissa

meli3

Meus Livros Ao Longo do Tempo

Aqui estão as histórias que já contei até agora. Cada uma nasceu de um tempo, de uma sensação, de uma vontade de dizer algo que eu mesma ainda estava tentando entender. São capítulos da minha vida transformados em páginas que, talvez, também encontrem algo dentro de você.

Escrevo com o coração aberto, mesmo quando ele está em silêncio. Às vezes, as palavras me encontram antes mesmo que eu saiba o que estou sentindo. Outras vezes, escrevo para tentar entender, para dar sentido ao que parece bagunçado por dentro. Meus livros são como retratos de momentos, guardam saudades, descobertas, dores e delicadezas.

Cada história carrega um pouco de mim e, ao mesmo tempo, tenta ser um espaço onde você possa se enxergar também. Porque, no fundo, é isso que mais me emociona: quando alguém lê algo meu e diz “parece que você escreveu isso pra mim”.

Gosto de pensar que cada história encontra o seu leitor no momento certo. E quando isso acontece, algo bonito se revela — como um espelho inesperado, como um abraço sem palavras. Que essas páginas possam te fazer companhia, abrir espaço para alguma lembrança, alguma pergunta, ou simplesmente um respiro no meio do dia. Às vezes, tudo o que precisamos é de uma história que nos faça sentir menos sozinhos.

Quando
longe é perto

2025

Uma história sobre reencontros, distâncias que aproximam e sentimentos que crescem no silêncio.

Escrita para quem já sentiu saudade antes mesmo de dizer adeus.

CapaDoLivroV2

Quando
longe é perto

2025

Uma história sobre reencontros, distâncias que aproximam e sentimentos que crescem no silêncio.

Escrita para quem já sentiu saudade antes mesmo de dizer adeus.

CapaDoLivroV2
CapaDoLivroV2

Quando
longe é perto 2

2026

Uma história sobre reencontros, distâncias que aproximam e sentimentos que crescem no silêncio.

Escrita para quem já sentiu saudade antes mesmo de dizer adeus.

Quando
longe é perto 2

2026

Uma história sobre reencontros, distâncias que aproximam e sentimentos que crescem no silêncio.

Escrita para quem já sentiu saudade antes mesmo de dizer adeus.

CapaDoLivroV2

Perguntas que Sempre me Fazem

Com o tempo, fui percebendo que algumas perguntas aparecem com frequência — nas redes sociais, em mensagens carinhosas que recebo. Resolvi reunir algumas delas aqui, com respostas sinceras e cheias de afeto. Quem sabe alguma delas também seja sua curiosidade?

Os personagens são inspirados em pessoas reais?

A maioria, sim. Carlos e Bárbara carregam muito de mim, das minhas experiências e do meu jeito de sentir o mundo. Outros personagens surgiram da minha imaginação, mas mesmo esses acabam ganhando traços que vieram de dentro — um gesto, uma lembrança, um silêncio. Às vezes, uma sensação pequena se transforma num personagem inteiro. E, de algum jeito, todos vão ganhando vida própria à medida que a história cresce.

Você já viveu alguma história parecida com as que escreveu?

Definitivamente, sim. O primeiro livro foi quase como um diário. As trocas de cartas entre Carlos e Bárbara aconteceram de verdade — e foram elas que me deram coragem para contar essa história. Mesmo quando a ficção toma conta, sempre há um fundo de verdade que me toca de um jeito especial. Acho que toda história carrega um pedacinho de quem escreve. Mas o mais bonito é quando ela deixa de ser só minha e começa a pertencer a quem lê.

Quanto tempo você leva para esvcrever um livro?

Depende muito. O primeiro livro nasceu de memórias que eu precisava colocar no papel — e no começo, quis escrever tudo o mais rápido possível. Mas logo percebi que aquele ditado, “a pressa é inimiga da perfeição”, fazia todo o sentido. Levei meses para encontrar a forma certa de contar essa história. Com os livros seguintes, sigo o mesmo cuidado. No fim, respeito o tempo de cada história. Às vezes, ela só se completa quando nos sentimos prontos pra contá-la pra alguém.

Você já pensou em transformar seus livros em filme ou série?

Seria um sonho! Às vezes, quando fecho os olhos, consigo até imaginar algumas cenas ganhando vida, como se os personagens saíssem do papel pra andar por aí. Acho que todo mundo que escreve acaba sonhando com isso em algum momento. Mas, no fundo, o que mais me importa é que as histórias cheguem até as pessoas da forma certa. Pode ser num livro deixado em uma estante, numa tela de cinema ou até numa conversa entre amigos. O formato pode mudar, mas o mais bonito é o sentimento que fica. E se um dia as palavras virarem imagens, espero que continuem carregando a mesma verdade e delicadeza com que foram escritas.

Qual é o seu livro favorito dos que escreveu?

É difícil escolher… Cada livro guarda um pedaço do meu caminho, uma fase, um sentimento, um silêncio que virou palavra. Gosto de pensar que eles foram escritos por versões diferentes de mim — e, por isso, cada um tem seu lugar especial. Mas confesso que tenho um carinho profundo pelo primeiro livro e pelos personagens que me ensinaram algo que eu mesma ainda não sabia. Às vezes, escrevendo, percebo que estou descobrindo algo novo sobre mim, sobre o outro, sobre a vida. E isso faz com que certas histórias fiquem marcadas de um jeito mais íntimo. Não porque sejam “melhores”, mas porque me transformaram de alguma forma.

Como você se inspira?

Geralmente, a inspiração chega de mansinho. Às vezes é uma lembrança antiga, uma conversa esquecida, uma música que toca em um lugar específico dentro de mim. Outras vezes, é só uma sensação que fica ali, pairando no ar — uma saudade, uma dúvida, uma vontade de entender melhor alguma coisa que ainda não sei nomear. Gosto de observar o que está por trás do que as pessoas dizem. Os silêncios, os gestos pequenos, aquilo que não se explica facilmente. Muitas ideias nascem assim, de momentos comuns que ganham outro brilho quando vistos com mais atenção. Também me inspiro muito em mim mesma, nas fases que já vivi, nas perguntas que ainda me acompanham. Escrever, pra mim, é uma forma de tentar responder algumas delas — mesmo que, no fim, o mais importante nem seja a resposta, mas o caminho até ela.

Músicas Que Inspiram Histórias

A música é uma ótima forma de nos dizer o que estamos sentindo. Ela é universal, independentemente do gênero e do ritmo. Às vezes, uma canção diz exatamente aquilo que a gente não consegue colocar em palavras — ou o que os personagens também não sabem dizer. Cada história que escrevo tem uma atmosfera, uma emoção que se espalha pelas páginas como uma melodia de fundo. Algumas cenas me fazem pensar em letras específicas. Outras parecem feitas para serem lidas ouvindo uma música em silêncio.

Para mim, Taylor Swift é uma artista e tanto. As canções dela sempre contam uma boa história — e dizem algo sobre nós mesmos, mesmo quando não estamos prontos para ouvir. Mas a música tem esse dom: chega de leve, sem pressa, sem parecer uma bronca. Só toca e fica. Quem leu Quando longe é perto já deve ter percebido que a Bárbara e as amigas são apaixonadas pela loirinha. Swifties de primeira! Afinal, a Taylor é um amor de pessoa, né? E como não se sentir abraçada por algumas letras dela?

Deixo aqui um top 5 de músicas da Taylor Swift que me acompanharam durante a escrita. Algumas acalmaram o coração, outras despertaram memórias, outras só estavam ali, no fundo, dando ritmo aos pensamentos.

  1. All Too Well (10 Minute Version) – porque tem sentimento demais em cada verso.

  2. The Archer – uma música que fala das inseguranças que nem sempre temos coragem de admitir.

  3. You Are In Love – simples, delicada e cheia de detalhes que me fazem lembrar cenas específicas.

  4. The Story of Us – perfeita para quando a história se desencontra.

  5. Invisible String – uma poesia sobre os fios invisíveis que unem as pessoas.

Fique à vontade para adicionar suas próprias músicas de outros artistas também. Tenho certeza de que eu vou atualizar essa lista no futuro com bem mais do que 5 músicas.

Me Conta o que Ficou em Você

Algumas histórias ficam com a gente, mesmo depois da última página. Às vezes, é uma frase, um personagem, um sentimento. Outras vezes, é algo que a gente nem sabe explicar muito bem. Se, em algum momento, o que escrevi encontrou um lugar aí dentro, saiba que você pode me contar. Pode ser um pensamento solto, uma dúvida, uma memória que voltou, ou só um “oi”. Eu acredito que quando a gente compartilha o que sente, o mundo se torna um pouco mais leve.

Vou adorar ouvir de você.

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